terça-feira, 1 de abril de 2025
terça-feira, 25 de março de 2025
PALESTINA ,RAINHA DO ORIENTE
Palestina, Rainha do Oriente
Todos te desejam, bela rainha do Oriente—
por tua beleza sublime, és a princesa que encanta o oriente.
Oh, princesa, jamais te esqueceremos;
permaneceremos contigo, mãe eterna do Oriente.
Oh, Palestina, oh, Palestina,
nosso lamento ecoa por tua terra usurpada,
tomada à força com brutalidade insuportável.
Teus filhos e mulheres foram dizimados para sempre.
Oh, Palestina, rainha do Oriente,
a luta por ti permanece viva.
Na eternidade, aqueles que habitam os anais do tempo
exaltarão a glória da conquista.
Oh, linda Palestina, lutaremos sempre por ti,
pois teu povo foi forçado, com violência, a deixar seus lares.
Contigo estaremos, sempre, ó rainha do Oriente,
firmes em nossa determinação.
Lutaremos por ti, lutaremos pelos mártires,
por aqueles que ergueram-se contra os sionistas, oh Palestina.
Palestina, Palestina, Palestina, rainha do Oriente—
lutaremos, ó bela do Oriente, pois és a soberana;
estaremos contigo, do rio até o mar,
combatendo as injustiças com a fúria de um canto ancestral:
Palestina, Palestina, Palestina.
Lydia Dircsheneider
terça-feira, 28 de janeiro de 2025
A América Latina e os desafios da governança

A América Latina enfrenta, atualmente, uma série de desafios políticos e sociais. Em países como Argentina e Brasil, a ascensão de governos alinhados à extrema-direita tem gerado preocupações, especialmente em relação ao tratamento dado às populações mais vulneráveis. Na Argentina, por exemplo, a decisão de não considerar mais o feminicídio como crime específico é vista por muitos como um retrocesso nos direitos das mulheres. No Brasil, como deportados são recebidos ao retornar ao país também levanta questões sobre a humanidade das políticas públicas.

A escolha de governantes é um processo crucial para o futuro de qualquer nação. No Brasil, durante a pandemia de Covid-19, tivemos um exemplo claro das consequências de uma gestão irresponsável. O então presidente minimizou a gravidade da doença, referindo-se a ela como "uma gripezinha" e afirmando que "não era coveiro". Essas declarações, somadas à falta de ações eficazes, contribuíram para o trágico número de aproximadamente 700.000 mortos.
E o que dizer do fatídico dia 08 de janeiro de 2023, cujo qual foi tomada por golpistas que não aceitaram a vitória da democracia, e tentaram dar um golpe de estado no Brasil, onde destruíram o Palácio do Planalto.
É fundamental que a população compreenda a importância de escolher seus representantes com consciência e responsabilidade. Estudar regimes autoritários e aprender com os erros do passado pode ajudar a evitar que futuras gerações sofram as consequências de más decisões políticas. Um país mal governado leva anos para recuperar suas políticas públicas e reconstruir a confiança da sociedade.
Autora Lydia Dircsheneider
quinta-feira, 5 de dezembro de 2024
Diversidade Religiosa e a intolerancia no Brasil
O Brasil é um país que
recebeu muitos povos ao longo dos anos. Por isso, temos uma imensa miscigenação
cultural de norte a sul da federação brasileira. Como consequência, temos
diversos tipos de religiões, como os católicos, a qual são a maioria no país, os
evangélicos, as religiões de matriz africana trazidas com os escravos, os
ateus, os muçulmanos, entre outras. É importante saber que todos têm o direito
de professar sua religião, sem interferências, conforme rege a nossa
Constituição.’’A Constituição Brasileira garante a liberdade de consciência e
de escolha de religião, e a proteção de locais de culto e suas liturgias. Ou
seja, todos os cidadãos brasileiros são livres para professar seu culto.’’
Entretanto, no século XXI, presenciamos episódios de intolerância religiosa, na qual pessoas
são perseguidas por ser se uma denominada religião. No mundo há diversos conflitos
de cunho religioso, no qual vidas são ceifadas em nome de um fanatismo
religioso, por causa disso, presenciamos conflitos que se arrastam por anos. Isso
faz com que o ódio entre povos aumente por uma determinada religião. No Brasil já
ocorreram episódios de intolerância religiosa, em que um templo de matriz africana
foi depredado, vimos um pastor vilipendiar uma imagem de um símbolo da igreja católica,
uma muçulmana insultada no meio da rua em ‘’São Paulo.’’
. Portanto, para evitar esses
delitos, é necessário que penas rigorosas sejam aplicadas às pessoas que
cometam esses crimes, garantindo que paguem com os rigores da lei vigente em
nosso país. Devemos ter respeito entre as religiões para manter a paz. É
importante reconhecer que o Brasil é um país culturalmente rico, um celeiro de
muitas religiões, onde todos possam celebrar suas crenças sem impedimentos por
qualquer intolerância religiosa.
Concluímos
que todas as religiões são bem-vindas, que todos os cidadãos devem respeitar
cada religião e credo religioso. Para vivermos em paz, é necessário endurecer
as leis contra a intolerância religiosa e garantir que, quando as pessoas
cometem crimes de ódio, sejam punidas com os rigores da lei vigente.
Por
Lydia Dircksheneider
sábado, 23 de novembro de 2024
GENERAIS E GENOCIDAS
Porque é sempre assim, acreditam que são vítimas da sociedade, pois muito fácil bater, mas quando apanha se faz de vítima da sociedade. Fazem a limpeza étnica, exterminam inocentes, até quando a sociedade se curvará ante estes desmandos destes malditos generais homicidas?
Basta com essa hipocrisia, pois se passam por vítimas da sociedade, a parte oprimida sai como se fosse o inimigo que causa a destruição em massa, como vemos na Palestina, no Líbano, onde pessoas estão sendo sacrificadas pelo governo de Israel, que sabemos, promove limpeza étnica.
Jamais curvaremos para genocidas que se fazem de bom para massacrar as pessoas humildes em todo planeta. Vemos que o mundo se compara a um campo minado, ou seja, cada lugar há um conflito bélico, que destrói pessoas inocentes. As grandes nações que fazem as guerras, são as mais desenvolvidas.
Cada vez mais o mundo está mergulhado em uma catástrofe, cuja qual as pessoas em todo mundo são afetadas por governantes que são os verdadeiros lobos em peles de cordeiros, e estão para matar destruir com os inocentes.
Desejamos a paz para um mundo vindouro, no qual todas as nações do mundo possam viver em harmonia, e que as pessoas que promovem conflitos, sejam julgados e paguem por seus crimes de genocídio contra a humanidade.
Por Lydia Dircsheneider
domingo, 29 de setembro de 2024
O ladrão de peças íntimas
O segredo do homem que roubava peças íntimas
Na pacata vila das Mariquitas, em Tabocas do Brejo Velho,
Bahia, vivia Carlos Marins de Cuevas, um espanhol de 58 anos, engenheiro naval
aposentado. Solitário, sem esposa ou filhos, ele tinha apenas seu gato preto,
Fred, como companhia. Os dois eram conhecidos por seus passeios tranquilos
pelas ruas do bairro.
Carlos frequentava um bar no centro da cidade, onde
conversava com os amigos e, vez ou outra, cantava canções de sua terra natal,
matando a saudade da família que deixara na Europa. Todos o viam como um homem
respeitável, de boa índole.
Até que um dia, suas vizinhas começaram a notar o
desaparecimento misterioso de roupas íntimas de seus varais. Curiosas,
perguntaram a Carlos se ele também havia perdido algo.
— Aqui em casa não sumiu nada — respondeu ele, tranquilo. —
Está tudo exatamente como deixei.
Mas Selma, uma das vizinhas, desconfiou quando, dias
depois, notou algo estranho: sob a camisa de Carlos, parecia haver um sutiã
azul. Intrigada, decidiu investigar. Instalou uma câmera escondida no quintal e
deixou algumas peças íntimas à mostra.
Para sua surpresa, não só Carlos roubou as roupas, como
também as usava. E mais: ele tinha um verdadeiro acervo de peças íntimas
furtadas das vizinhas.
Selma, chocada, decidiu descobrir o que se passava.
Seguindo Carlos, descobriu que ele tinha uma vida dupla: à noite, trabalhava em
um cabaré local, onde se transformava em **Rebeca**, uma famosa dançarina.
A ironia foi ainda maior quando o próprio marido de Selma,
frequentador assíduo do cabaré, reconheceu uma das peças que havia dado à
esposa — agora vestida por Rebeca. Quase teve um infarto ao perceber que a
dançarina era, na verdade, seu respeitável vizinho.
Carlos, ou Rebeca, tinha um motivo além do fetichismo: ele
queria expor a hipocrisia dos maridos da vila. Roubando as roupas íntimas das
esposas e as usando no cabaré, ele provava que nenhum deles era fiel. Enquanto
as mulheres dormiam em casa, seus maridos estavam lá, desfrutando de sua
companhia.
No fim, Rebeca revelou uma verdade incômoda: todos os
homens do bairro eram clientes do cabaré, e todas as esposas haviam sido
traídas.
E assim, o segredo de Carlos Marins de Cuevas revisitou,
deixando a vila das Mariquitas em polvorosa.
Lydia Dircksheneider
QUATRO ANOS E UM AMOR
🌹 Quatro Anos e Um Amor 🌹 Me esperaste no silêncio dos dias, como quem guarda o sol atrás da cortina. Quatro anos de minha ausênc...
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