Elas tiveram seus filhos arrancados de seus braços,
seus maridos foram levados a prisão ou desaparecidos no Rio da Prata.
E não ficaram de braços cruzados, foram lutar pelos
seus filhos que a ditadura os vitimou e os desapareceu.
Enfrentaram um regime sanguinário, que oprimia que
fosse de esquerda, ou seja, eram tidas como subversivas. Na Praça de Maio estavam
as mães que enfrentaram os malditos sanguinários de um regime ditatorial, que
oprimia, matava e roubava os filhos das mães da Praça de Maio.
O que elas reivindicavam era somente que
devolvessem seus filhos, que foram tirados a força pelos' 'milicos', que são os
militares sanguinários.
Mães tiveram seus filhos arrancados de seus ventres
a sangre frio, e os próprios militares o apossavam destes bebês, enquanto suas
mãezinhas eram mortas, porque supostamente eram tidas como terroristas
subversivas.
As guerreiras mães conseguiram encontrar muitos
desses filhos que foram arrancados a força.
As ''Mães da Praça de Maio'' eram corajosas, pois
não tiveram medo de enfrentar um regime repressivo, onde qualquer coisa que
fosse falado contra o regime serviria de provas contra elas, e iriam fatalmente
presas e seriam mortas por seus algozes sanguinários.
Corajosas mães lutavam incansavelmente para buscar
seus filhos e maridos que foram mortos e desaparecidos na Argentina, começaram
a marchar na praça de Maio para chamar a atenção das autoridades a fim de saber
onde estavam seus entes queridos.
''Mães corajosas'', jamais serão esquecidas pela
sua incansável luta, hoje muitas já dormem, ainda sobraram outras poucas que
estão na luta.
Não deixamos que este legado se perca pelo caminho,
que nunca mais tenhamos ditaduras em nossa América, pois de igual maneira foram
sanguinárias no Cone sul.
Enquanto viverem, marchem pela liberdade, e sejam
corajosas como as mães da Praça de Maio, que lutaram contra seus desafetos em
sua própria pátria.
Sejamos como as mães-corajosas, que em meio a um
regime militar, deram voz na sua marcha incansável na Praça de Maio, Hebe de
Bonafini, Azucena Villaflor, entre outras que fizeram parte das ''Mães da Praça
de Maio''.
As mães da coragem, nunca irão deixar de lutar por
seus direitos, os direitos de buscar e reaver seus filhos.
Que nunca mais um regime ditatorial possa nos tomar
de refém em nossa própria pátria e fazerem pessoas inocentes pagarem com
sangue.
Autora Lydia Dircksheneider
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