sábado, 23 de novembro de 2024

GENERAIS E GENOCIDAS

               

               



Foto do Presidente Lula, recebendo os refugiados libaneses.

Porque é sempre assim, acreditam que são vítimas da sociedade, pois muito fácil bater, mas quando apanha se faz de vítima da sociedade. Fazem a limpeza étnica, exterminam inocentes, até quando a sociedade se curvará ante estes desmandos destes malditos generais homicidas?

             Basta com essa hipocrisia, pois se passam por vítimas da sociedade, a parte oprimida sai como se fosse o inimigo que causa a destruição em massa, como vemos na Palestina, no Líbano, onde pessoas estão sendo sacrificadas pelo governo de Israel, que sabemos, promove limpeza étnica.

                Jamais curvaremos para genocidas que se fazem de bom para massacrar as pessoas humildes em todo planeta. Vemos que o mundo se compara a um campo minado, ou seja, cada lugar há um conflito bélico, que destrói pessoas inocentes. As grandes nações que fazem as guerras, são as mais desenvolvidas.

              Cada vez mais o mundo está mergulhado em uma catástrofe, cuja qual as pessoas em todo mundo são afetadas por governantes que são os verdadeiros lobos em peles de cordeiros, e estão para matar destruir com os inocentes.

              Desejamos a paz para um mundo vindouro, no qual todas as nações do mundo possam viver em harmonia, e que as pessoas que promovem conflitos, sejam julgados e paguem por seus crimes de genocídio contra a humanidade.


Por Lydia Dircsheneider

domingo, 29 de setembro de 2024

O ladrão de peças íntimas



 

O segredo do homem que roubava peças íntimas

 

Na pacata vila das Mariquitas, em Tabocas do Brejo Velho, Bahia, vivia Carlos Marins de Cuevas, um espanhol de 58 anos, engenheiro naval aposentado. Solitário, sem esposa ou filhos, ele tinha apenas seu gato preto, Fred, como companhia. Os dois eram conhecidos por seus passeios tranquilos pelas ruas do bairro. 

 

Carlos frequentava um bar no centro da cidade, onde conversava com os amigos e, vez ou outra, cantava canções de sua terra natal, matando a saudade da família que deixara na Europa. Todos o viam como um homem respeitável, de boa índole. 

 

Até que um dia, suas vizinhas começaram a notar o desaparecimento misterioso de roupas íntimas de seus varais. Curiosas, perguntaram a Carlos se ele também havia perdido algo. 

 

— Aqui em casa não sumiu nada — respondeu ele, tranquilo. — Está tudo exatamente como deixei. 

 

Mas Selma, uma das vizinhas, desconfiou quando, dias depois, notou algo estranho: sob a camisa de Carlos, parecia haver um sutiã azul. Intrigada, decidiu investigar. Instalou uma câmera escondida no quintal e deixou algumas peças íntimas à mostra. 

 

Para sua surpresa, não só Carlos roubou as roupas, como também as usava. E mais: ele tinha um verdadeiro acervo de peças íntimas furtadas das vizinhas. 

 

Selma, chocada, decidiu descobrir o que se passava. Seguindo Carlos, descobriu que ele tinha uma vida dupla: à noite, trabalhava em um cabaré local, onde se transformava em **Rebeca**, uma famosa dançarina. 

 

A ironia foi ainda maior quando o próprio marido de Selma, frequentador assíduo do cabaré, reconheceu uma das peças que havia dado à esposa — agora vestida por Rebeca. Quase teve um infarto ao perceber que a dançarina era, na verdade, seu respeitável vizinho. 

 

Carlos, ou Rebeca, tinha um motivo além do fetichismo: ele queria expor a hipocrisia dos maridos da vila. Roubando as roupas íntimas das esposas e as usando no cabaré, ele provava que nenhum deles era fiel. Enquanto as mulheres dormiam em casa, seus maridos estavam lá, desfrutando de sua companhia. 

 

No fim, Rebeca revelou uma verdade incômoda: todos os homens do bairro eram clientes do cabaré, e todas as esposas haviam sido traídas. 

 

E assim, o segredo de Carlos Marins de Cuevas revisitou, deixando a vila das Mariquitas em polvorosa.


Lydia Dircksheneider


QUATRO ANOS E UM AMOR

  🌹  Quatro Anos e Um Amor 🌹 Me esperaste no silêncio dos dias, como quem guarda o sol atrás da cortina. Quatro anos de minha ausênc...