sábado, 3 de maio de 2025

FESTA COM GENTE DESCOMPROMISSADA E À TOA.

 

 

Boa noite,  

Como estão agora? 

Já comeram o bolo de aniversário? 

E essa gente, quando vai embora, preciso dormir, amanhã trabalho bem cedo. 

Essa gente não tem noção de que essa hora já é um pouco tarde, aff. 

Não gosto de gente na minha casa, pois deixam tudo sujo e sequer lavam o copo que bebem água. 

Vou dizer se querem ir a um lugar que toca metal, pois eles são do sertanojo e logo irão se tocar que tem que sair. 

Nunca gostei dessa gente descompromissada que vai na casa dos outros só para comer, por que não comem em casa? ou melhor, vão comer em um restaurante, pois lá não precisa lavar pratos, porque já tem pessoas que fazem este serviço. 

Ei, me diz aí, você também acha que às vezes as pessoas são folgadas? 

Não vou à casa das pessoas para comer, e mesmo se tiver com fome vou dizer que não estou com fome. 

Como sempre digo, oh povo à toa, vá para suas casas, e procure o que fazer. 

O que não dá é ficar indo à casa das pessoas comer e não lavar o prato que comeu, chega... 

 

segunda-feira, 28 de abril de 2025

O Papa dos oprimidos e dos pobres

 




Ele era argentino e foi o primeiro papa da América Latina a se tornar o grande sacerdote católico.

Amou os povos do mundo com seu amor de pai, não excluiu pessoas e viveu como se deve viver um verdadeiro cristão.

Fez como Jesus disse na bíblia, Francisco como era chamado deu tudo o que tinha e serviu aos pobres e os oprimidos.

Vivia em um lugar que não tinha luxo, e abdicou-se de roupas sacerdotais luxuosas, e amando seu próximo.

Papa Francisco, gostava de brincar com os brasileiros dizendo que ''os brasileiros gostavam de cachaça e não gostavam de rezar''. Era de um amor imenso e abarcava todas as causas sociais, como a guerra da Ucrânia, guerra da Palestina, e era muito amigo de Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Constantemente estavam conversando sobre as pessoas que estavam passando fome no mundo, e Lula abraçou a causa, juntamente com o Francisco dos oprimidos.

Jamais teremos um representante da igreja católica que realmente amou seu próximo de maneira perfeita, não importando com a riqueza, e vivendo na simplicidade.

Quando abdicamos de coisas terrenas realmente alcançamos de fato a paz interior que buscamos para nós e para o mundo, Jorge Bergoglio de fato soube fazer isso com muito amor e respeito ao ser humano.

Para podermos ter um mundo sem guerras, com mais amor e caridade, devemos deixar de lado nossos luxos e vaidades e viver uma vida simples, como um cristão de fato possa viver.

 

Por Lydia Dircsheneider

sábado, 12 de abril de 2025

PALESTINA, NOSSA TERRA!!!!

                                 





                                  

                                 PA

                                PALE

                              PALES

                             PALESTI

                           PALESTINA

                 Queremos, sua liberdade

           Sua breve liberdade, basta de sangue

Queremos nossa terra, que foi tirada a força

Liberdade aos cativos que estão presos nas prisões de ''israel''

PA, PALES, PALESTI, PALESTINA

PALESTINA LIVRE, PALESTINA LIVRE, PALESTINA SEMPRE!!!

QUE O SEU POVO VOLTE PARA SUA TERRA

PALESTINA LIVRE, E NÃO OCUPADA

O TERRITÓRIO DE JERUSALÉM É NOSSO

AL AQUISA E NOSSA MESQUITA, NOSSO TERRITÓRIO

PA, PALES, PALESTI, PALESTINA

     






Palestina livre, do rio até o mar

Nossa gente necessita de paz

Nossa gente, necessita de liberdade

Nossa gente precisa viver

Basta de guerra, pertencemos à nação da Palestina

Basta de genocídio de pessoas inocentes

PA, PALES, PALESTI, PALESTINA!!!!

RELATOS DA FAZENDA DA BARRA

   



Quando eu era pequena, minha mãe costumava compartilhar as histórias que a avó Marta lhe contava sobre a Fazenda da Barra, em Cajuru. Eram relatos que atravessavam gerações, carregados de mistério e sofrimento, como se a própria terra ainda guardasse ecos dos tempos passados.


Ela começava sempre da mesma forma, com aquele olhar distante e voz baixa, quase em um sussurro: "Sua avó dizia que, nas noites da Fazenda da Barra, o silêncio era tão pesado que chegava a assustar. Mas, de repente, esse silêncio era quebrado por sons estranhos. Era como se correntes fossem arrastadas pelo chão de terra batida, cortando o ar de forma inquietante."


Minha mãe continuava: "Os antigos donos da fazenda eram senhores de escravos. Ali, muitos sofreram nas mãos de capatazes cruéis, que agiam sob as ordens dos senhores. Os castigos eram terríveis. Alguns morriam no tronco, açoitados até não restar forças, e suas mortes serviam como exemplo para impedir fugas. Outros sucumbiam à fome, já que os donos da fazenda não permitiam que os escravos se alimentassem direito."


Era uma narrativa difícil de ouvir, mas minha mãe contava que vovó Marta acreditava que os espíritos daqueles que morreram na fazenda ainda vagavam por ali. "Entre os anos de 1830 e 1850," ela dizia, "mais de cinquenta escravos morreram de forma violenta. Eles eram tão magros que parecia que seus corpos já haviam desistido antes mesmo de suas almas. Os senhores daquela fazenda eram cruéis além do que se pode imaginar."


Minha mãe suspirava, como quem carregava o peso dessas histórias. "Depois que tantos morreram, coisas estranhas começaram a acontecer na Fazenda da Barra. Quem passava por lá à noite dizia ouvir correntes, como se ainda fossem arrastadas. Outras vezes, sentia-se um vento gelado, mesmo nas noites mais quentes, e, ao longe, vozes pareciam cantar melodias africanas, cheias de dor e saudade."


O momento mais impressionante do relato, no entanto, era sobre um evento que minha mãe sempre repetia com detalhes. "Sua avó dizia que, certa vez, em uma noite tranquila, uma porta pesada, trancada com uma trava de madeira grossa, se abriu com uma força violenta. Não havia ninguém por perto. Parecia que algo, ou alguém, exercia tanta pressão que a madeira não conseguiu resistir. Foi como se a fazenda quisesse lembrar a todos dos horrores que presenciou."


A cada vez que ouvia essa história, eu ficava arrepiada, mas também fascinada. Havia algo poderoso em como as vozes do passado continuavam ecoando, como uma lembrança viva de sofrimento e resistência. E assim, o relato de vovó Marta continuava a viver, passando de geração em geração, como um lembrete das lições dolorosas da história.

Lydia Dircsheneider

quarta-feira, 2 de abril de 2025

A Luta Silenciosa das Mães Corajosas

     

            

Elas tiveram seus filhos arrancados de seus braços, seus maridos foram levados a prisão ou desaparecidos no Rio da Prata.

E não ficaram de braços cruzados, foram lutar pelos seus filhos que a ditadura os vitimou e os desapareceu.

Enfrentaram um regime sanguinário, que oprimia que fosse de esquerda, ou seja, eram tidas como subversivas. Na Praça de Maio estavam as mães que enfrentaram os malditos sanguinários de um regime ditatorial, que oprimia, matava e roubava os filhos das mães da Praça de Maio.

O que elas reivindicavam era somente que devolvessem seus filhos, que foram tirados a força pelos' 'milicos', que são os militares sanguinários.

Mães tiveram seus filhos arrancados de seus ventres a sangre frio, e os próprios militares o apossavam destes bebês, enquanto suas mãezinhas eram mortas, porque supostamente eram tidas como terroristas subversivas.

As guerreiras mães conseguiram encontrar muitos desses filhos que foram arrancados a força.

As ''Mães da Praça de Maio'' eram corajosas, pois não tiveram medo de enfrentar um regime repressivo, onde qualquer coisa que fosse falado contra o regime serviria de provas contra elas, e iriam fatalmente presas e seriam mortas por seus algozes sanguinários.

Corajosas mães lutavam incansavelmente para buscar seus filhos e maridos que foram mortos e desaparecidos na Argentina, começaram a marchar na praça de Maio para chamar a atenção das autoridades a fim de saber onde estavam seus entes queridos.

''Mães corajosas'', jamais serão esquecidas pela sua incansável luta, hoje muitas já dormem, ainda sobraram outras poucas que estão na luta.

Não deixamos que este legado se perca pelo caminho, que nunca mais tenhamos ditaduras em nossa América, pois de igual maneira foram sanguinárias no Cone sul.

Enquanto viverem, marchem pela liberdade, e sejam corajosas como as mães da Praça de Maio, que lutaram contra seus desafetos em sua própria pátria.

Sejamos como as mães-corajosas, que em meio a um regime militar, deram voz na sua marcha incansável na Praça de Maio, Hebe de Bonafini, Azucena Villaflor, entre outras que fizeram parte das ''Mães da Praça de Maio''.

As mães da coragem, nunca irão deixar de lutar por seus direitos, os direitos de buscar e reaver seus filhos.

Que nunca mais um regime ditatorial possa nos tomar de refém em nossa própria pátria e fazerem pessoas inocentes pagarem com sangue.

Sejamos como as ''Mães corajosas'', que lutaram até mesmo em silêncio, para que pudessem ser ouvidas em seus lamentos de dor, porque tiveram seus parentes arrancados a força

Autora Lydia Dircksheneider



terça-feira, 25 de março de 2025

PALESTINA ,RAINHA DO ORIENTE

                 



         

Palestina, Rainha do Oriente


Todos te desejam, bela rainha do Oriente—  

por tua beleza sublime, és a princesa que encanta o oriente.  

Oh, princesa, jamais te esqueceremos;  

permaneceremos contigo, mãe eterna do Oriente.


Oh, Palestina, oh, Palestina,  

nosso lamento ecoa por tua terra usurpada,  

tomada à força com brutalidade insuportável.  

Teus filhos e mulheres foram dizimados para sempre.


Oh, Palestina, rainha do Oriente,  

a luta por ti permanece viva.  

Na eternidade, aqueles que habitam os anais do tempo  

exaltarão a glória da conquista.  

Oh, linda Palestina, lutaremos sempre por ti,  

pois teu povo foi forçado, com violência, a deixar seus lares.


Contigo estaremos, sempre, ó rainha do Oriente,  

firmes em nossa determinação.  

Lutaremos por ti, lutaremos pelos mártires,  

por aqueles que ergueram-se contra os sionistas, oh Palestina.


Palestina, Palestina, Palestina, rainha do Oriente—  

lutaremos, ó bela do Oriente, pois és a soberana;  

estaremos contigo, do rio até o mar,  

combatendo as injustiças com a fúria de um canto ancestral:  

Palestina, Palestina, Palestina.

Lydia Dircsheneider




 

 


  


QUATRO ANOS E UM AMOR

  🌹  Quatro Anos e Um Amor 🌹 Me esperaste no silêncio dos dias, como quem guarda o sol atrás da cortina. Quatro anos de minha ausênc...