sábado, 12 de abril de 2025

PALESTINA, NOSSA TERRA!!!!

                                 





                                  

                                 PA

                                PALE

                              PALES

                             PALESTI

                           PALESTINA

                 Queremos, sua liberdade

           Sua breve liberdade, basta de sangue

Queremos nossa terra, que foi tirada a força

Liberdade aos cativos que estão presos nas prisões de ''israel''

PA, PALES, PALESTI, PALESTINA

PALESTINA LIVRE, PALESTINA LIVRE, PALESTINA SEMPRE!!!

QUE O SEU POVO VOLTE PARA SUA TERRA

PALESTINA LIVRE, E NÃO OCUPADA

O TERRITÓRIO DE JERUSALÉM É NOSSO

AL AQUISA E NOSSA MESQUITA, NOSSO TERRITÓRIO

PA, PALES, PALESTI, PALESTINA

     






Palestina livre, do rio até o mar

Nossa gente necessita de paz

Nossa gente, necessita de liberdade

Nossa gente precisa viver

Basta de guerra, pertencemos à nação da Palestina

Basta de genocídio de pessoas inocentes

PA, PALES, PALESTI, PALESTINA!!!!

RELATOS DA FAZENDA DA BARRA

   



Quando eu era pequena, minha mãe costumava compartilhar as histórias que a avó Marta lhe contava sobre a Fazenda da Barra, em Cajuru. Eram relatos que atravessavam gerações, carregados de mistério e sofrimento, como se a própria terra ainda guardasse ecos dos tempos passados.


Ela começava sempre da mesma forma, com aquele olhar distante e voz baixa, quase em um sussurro: "Sua avó dizia que, nas noites da Fazenda da Barra, o silêncio era tão pesado que chegava a assustar. Mas, de repente, esse silêncio era quebrado por sons estranhos. Era como se correntes fossem arrastadas pelo chão de terra batida, cortando o ar de forma inquietante."


Minha mãe continuava: "Os antigos donos da fazenda eram senhores de escravos. Ali, muitos sofreram nas mãos de capatazes cruéis, que agiam sob as ordens dos senhores. Os castigos eram terríveis. Alguns morriam no tronco, açoitados até não restar forças, e suas mortes serviam como exemplo para impedir fugas. Outros sucumbiam à fome, já que os donos da fazenda não permitiam que os escravos se alimentassem direito."


Era uma narrativa difícil de ouvir, mas minha mãe contava que vovó Marta acreditava que os espíritos daqueles que morreram na fazenda ainda vagavam por ali. "Entre os anos de 1830 e 1850," ela dizia, "mais de cinquenta escravos morreram de forma violenta. Eles eram tão magros que parecia que seus corpos já haviam desistido antes mesmo de suas almas. Os senhores daquela fazenda eram cruéis além do que se pode imaginar."


Minha mãe suspirava, como quem carregava o peso dessas histórias. "Depois que tantos morreram, coisas estranhas começaram a acontecer na Fazenda da Barra. Quem passava por lá à noite dizia ouvir correntes, como se ainda fossem arrastadas. Outras vezes, sentia-se um vento gelado, mesmo nas noites mais quentes, e, ao longe, vozes pareciam cantar melodias africanas, cheias de dor e saudade."


O momento mais impressionante do relato, no entanto, era sobre um evento que minha mãe sempre repetia com detalhes. "Sua avó dizia que, certa vez, em uma noite tranquila, uma porta pesada, trancada com uma trava de madeira grossa, se abriu com uma força violenta. Não havia ninguém por perto. Parecia que algo, ou alguém, exercia tanta pressão que a madeira não conseguiu resistir. Foi como se a fazenda quisesse lembrar a todos dos horrores que presenciou."


A cada vez que ouvia essa história, eu ficava arrepiada, mas também fascinada. Havia algo poderoso em como as vozes do passado continuavam ecoando, como uma lembrança viva de sofrimento e resistência. E assim, o relato de vovó Marta continuava a viver, passando de geração em geração, como um lembrete das lições dolorosas da história.

Lydia Dircsheneider

quarta-feira, 2 de abril de 2025

A Luta Silenciosa das Mães Corajosas

     

            

Elas tiveram seus filhos arrancados de seus braços, seus maridos foram levados a prisão ou desaparecidos no Rio da Prata.

E não ficaram de braços cruzados, foram lutar pelos seus filhos que a ditadura os vitimou e os desapareceu.

Enfrentaram um regime sanguinário, que oprimia que fosse de esquerda, ou seja, eram tidas como subversivas. Na Praça de Maio estavam as mães que enfrentaram os malditos sanguinários de um regime ditatorial, que oprimia, matava e roubava os filhos das mães da Praça de Maio.

O que elas reivindicavam era somente que devolvessem seus filhos, que foram tirados a força pelos' 'milicos', que são os militares sanguinários.

Mães tiveram seus filhos arrancados de seus ventres a sangre frio, e os próprios militares o apossavam destes bebês, enquanto suas mãezinhas eram mortas, porque supostamente eram tidas como terroristas subversivas.

As guerreiras mães conseguiram encontrar muitos desses filhos que foram arrancados a força.

As ''Mães da Praça de Maio'' eram corajosas, pois não tiveram medo de enfrentar um regime repressivo, onde qualquer coisa que fosse falado contra o regime serviria de provas contra elas, e iriam fatalmente presas e seriam mortas por seus algozes sanguinários.

Corajosas mães lutavam incansavelmente para buscar seus filhos e maridos que foram mortos e desaparecidos na Argentina, começaram a marchar na praça de Maio para chamar a atenção das autoridades a fim de saber onde estavam seus entes queridos.

''Mães corajosas'', jamais serão esquecidas pela sua incansável luta, hoje muitas já dormem, ainda sobraram outras poucas que estão na luta.

Não deixamos que este legado se perca pelo caminho, que nunca mais tenhamos ditaduras em nossa América, pois de igual maneira foram sanguinárias no Cone sul.

Enquanto viverem, marchem pela liberdade, e sejam corajosas como as mães da Praça de Maio, que lutaram contra seus desafetos em sua própria pátria.

Sejamos como as mães-corajosas, que em meio a um regime militar, deram voz na sua marcha incansável na Praça de Maio, Hebe de Bonafini, Azucena Villaflor, entre outras que fizeram parte das ''Mães da Praça de Maio''.

As mães da coragem, nunca irão deixar de lutar por seus direitos, os direitos de buscar e reaver seus filhos.

Que nunca mais um regime ditatorial possa nos tomar de refém em nossa própria pátria e fazerem pessoas inocentes pagarem com sangue.

Sejamos como as ''Mães corajosas'', que lutaram até mesmo em silêncio, para que pudessem ser ouvidas em seus lamentos de dor, porque tiveram seus parentes arrancados a força

Autora Lydia Dircksheneider



terça-feira, 25 de março de 2025

PALESTINA ,RAINHA DO ORIENTE

                 



         

Palestina, Rainha do Oriente


Todos te desejam, bela rainha do Oriente—  

por tua beleza sublime, és a princesa que encanta o oriente.  

Oh, princesa, jamais te esqueceremos;  

permaneceremos contigo, mãe eterna do Oriente.


Oh, Palestina, oh, Palestina,  

nosso lamento ecoa por tua terra usurpada,  

tomada à força com brutalidade insuportável.  

Teus filhos e mulheres foram dizimados para sempre.


Oh, Palestina, rainha do Oriente,  

a luta por ti permanece viva.  

Na eternidade, aqueles que habitam os anais do tempo  

exaltarão a glória da conquista.  

Oh, linda Palestina, lutaremos sempre por ti,  

pois teu povo foi forçado, com violência, a deixar seus lares.


Contigo estaremos, sempre, ó rainha do Oriente,  

firmes em nossa determinação.  

Lutaremos por ti, lutaremos pelos mártires,  

por aqueles que ergueram-se contra os sionistas, oh Palestina.


Palestina, Palestina, Palestina, rainha do Oriente—  

lutaremos, ó bela do Oriente, pois és a soberana;  

estaremos contigo, do rio até o mar,  

combatendo as injustiças com a fúria de um canto ancestral:  

Palestina, Palestina, Palestina.

Lydia Dircsheneider




 

 


  


terça-feira, 28 de janeiro de 2025

A América Latina e os desafios da governança






A América Latina enfrenta, atualmente, uma série de desafios políticos e sociais. Em países como Argentina e Brasil, a ascensão de governos alinhados à extrema-direita tem gerado preocupações, especialmente em relação ao tratamento dado às populações mais vulneráveis. Na Argentina, por exemplo, a decisão de não considerar mais o feminicídio como crime específico é vista por muitos como um retrocesso nos direitos das mulheres. No Brasil, como deportados são recebidos ao retornar ao país também levanta questões sobre a humanidade das políticas públicas.



A escolha de governantes é um processo crucial para o futuro de qualquer nação. No Brasil, durante a pandemia de Covid-19, tivemos um exemplo claro das consequências de uma gestão irresponsável. O então presidente minimizou a gravidade da doença, referindo-se a ela como "uma gripezinha" e afirmando que "não era coveiro". Essas declarações, somadas à falta de ações eficazes, contribuíram para o trágico número de aproximadamente 700.000 mortos.

E o que dizer do fatídico dia 08 de janeiro de 2023, cujo qual foi tomada por golpistas que não aceitaram a vitória da democracia, e tentaram dar um golpe de estado no Brasil, onde destruíram o Palácio do Planalto.

É fundamental que a população compreenda a importância de escolher seus representantes com consciência e responsabilidade. Estudar regimes autoritários e aprender com os erros do passado pode ajudar a evitar que futuras gerações sofram as consequências de más decisões políticas. Um país mal governado leva anos para recuperar suas políticas públicas e reconstruir a confiança da sociedade.

Portanto, é essencial refletir sobre nossas escolhas e buscar, por meio da educação e do diálogo, um futuro mais justo e equilibrado para todos.


Autora Lydia Dircsheneider




quinta-feira, 5 de dezembro de 2024

Diversidade Religiosa e a intolerancia no Brasil

  

O Brasil é um país que recebeu muitos povos ao longo dos anos. Por isso, temos uma imensa miscigenação cultural de norte a sul da federação brasileira. Como consequência, temos diversos tipos de religiões, como os católicos, a qual são a maioria no país, os evangélicos, as religiões de matriz africana trazidas com os escravos, os ateus, os muçulmanos, entre outras. É importante saber que todos têm o direito de professar sua religião, sem interferências, conforme rege a nossa Constituição.’’A Constituição Brasileira garante a liberdade de consciência e de escolha de religião, e a proteção de locais de culto e suas liturgias. Ou seja, todos os cidadãos brasileiros são livres para professar seu culto.’’

Entretanto, no século XXI, presenciamos episódios de intolerância religiosa, na qual pessoas são perseguidas por ser se uma denominada religião. No mundo há diversos conflitos de cunho religioso, no qual vidas são ceifadas em nome de um fanatismo religioso, por causa disso, presenciamos conflitos que se arrastam por anos. Isso faz com que o ódio entre povos aumente por uma determinada religião. No Brasil já ocorreram episódios de intolerância religiosa, em que um templo de matriz africana foi depredado, vimos um pastor vilipendiar uma imagem de um símbolo da igreja católica, uma muçulmana insultada no meio da rua em ‘’São Paulo.’’

. Portanto, para evitar esses delitos, é necessário que penas rigorosas sejam aplicadas às pessoas que cometam esses crimes, garantindo que paguem com os rigores da lei vigente em nosso país. Devemos ter respeito entre as religiões para manter a paz. É importante reconhecer que o Brasil é um país culturalmente rico, um celeiro de muitas religiões, onde todos possam celebrar suas crenças sem impedimentos por qualquer intolerância religiosa.

Concluímos que todas as religiões são bem-vindas, que todos os cidadãos devem respeitar cada religião e credo religioso. Para vivermos em paz, é necessário endurecer as leis contra a intolerância religiosa e garantir que, quando as pessoas cometem crimes de ódio, sejam punidas com os rigores da lei vigente.

 

Por Lydia Dircksheneider

QUATRO ANOS E UM AMOR

  🌹  Quatro Anos e Um Amor 🌹 Me esperaste no silêncio dos dias, como quem guarda o sol atrás da cortina. Quatro anos de minha ausênc...