
A América Latina enfrenta, atualmente, uma série de desafios políticos e sociais. Em países como Argentina e Brasil, a ascensão de governos alinhados à extrema-direita tem gerado preocupações, especialmente em relação ao tratamento dado às populações mais vulneráveis. Na Argentina, por exemplo, a decisão de não considerar mais o feminicídio como crime específico é vista por muitos como um retrocesso nos direitos das mulheres. No Brasil, como deportados são recebidos ao retornar ao país também levanta questões sobre a humanidade das políticas públicas.

A escolha de governantes é um processo crucial para o futuro de qualquer nação. No Brasil, durante a pandemia de Covid-19, tivemos um exemplo claro das consequências de uma gestão irresponsável. O então presidente minimizou a gravidade da doença, referindo-se a ela como "uma gripezinha" e afirmando que "não era coveiro". Essas declarações, somadas à falta de ações eficazes, contribuíram para o trágico número de aproximadamente 700.000 mortos.
E o que dizer do fatídico dia 08 de janeiro de 2023, cujo qual foi tomada por golpistas que não aceitaram a vitória da democracia, e tentaram dar um golpe de estado no Brasil, onde destruíram o Palácio do Planalto.
É fundamental que a população compreenda a importância de escolher seus representantes com consciência e responsabilidade. Estudar regimes autoritários e aprender com os erros do passado pode ajudar a evitar que futuras gerações sofram as consequências de más decisões políticas. Um país mal governado leva anos para recuperar suas políticas públicas e reconstruir a confiança da sociedade.
Autora Lydia Dircsheneider